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Histórico
Modalidade exige técnica apurada
Uma das modalidades mais difíceis do atletismo, a marcha entrou no programa olímpico em Los Angeles 1932, com a disputa dos 50 km. Em Melbourne 1956, começou a ser disputada também a prova de 20 km. As mulheres começaram a marchar nos Jogos em Barcelona 1992.
O Brasil tem bons nomes em sua história, entre eles Sergio Galdino, recordista nacional das duas distâncias clássicas (20 km e 50 km), 6º colocado no Mundial de Stuttgart 1993. No PAN, já ganharam medalhas Mário José dos Santos Júnior, prata nos 50 km, em Santo Domingo 2003, e Marcelo Palma, bronze nos 20 km, em Havana 1991. No Mundial Juvenil, o melhor resultado é o 4º lugar de Rafael Duarte em Kingston 2002.
Na marcha, o atleta tem que manter permanente contato com o solo. Esta é uma das normas mais difíceis de cumprir e exige atenção completa do atleta.
Na história da marcha pan-americana o maior nome seja o equatoriano Jefferson Perez. Recordista mundial dos 20 km, campeão olímpico em Atlanta 1996 e campeão mundial em Paris 2003, ele ganhou também a Copa do Mundo de Marcha de Podebrady 1997, e foi campeão do PAN em Mar del Plata 1995 e Santo Domingo 2003. Antes, havia sido campeão mundial juvenil em Seul 1992. O México também revelou campeões olímpicos, como Ernesto Canto (20 km) e Raul Gonzalez (50 km), ambos em Los Angeles 1984.
A CBAt tem realizado Campings com a presença de especialistas do Exterior. Da mesma forma, tem organizado eventos de primeira linha, como a Copa Pan-Americana Caixa 2007, marcada para abril, no Balneário de Camboriú. E em julho, novamente, os principais marchadores das Américas estarão no Brasil, para os Jogos Pan-Americanos, no Rio de Janeiro.
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