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Ministério do Esporte esclarece pontos do Programa Bolsa Pódio

17|08|2013 - 06:06 | BENÊ TURCO - Assessor de Imprensa da CBAt

Fonte: CBAt

Ricardo Avellar, Toninho Fernandes e Martinho Santos (Divulgação/CBAt)
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Moscou, Rússia - Uma reunião para esclarecimentos sobre o "Programa Bolsa Pódio", do Plano Brasil Medalha, lançado pela presidenta Dilma Roussef em 2012, foi realizada neste sábado 17, no Hotel Cosmos, em Moscou. O Plano objetiva proporcionar os melhores meios de preparação aos atletas que têm condições de conquistar medalhas olímpicas nos Jogos do Rio 2016.

Para uma conversa sobre o Programa, esteve com os treinadores e equipe de apoio da delegação do Brasil, que disputa o Mundial de Atletismo na capital da Rússia, os representantes da Secretaria de Alto Rendimento do Ministério do Esporte, Ricardo Avellar e Maria das Graças Rodrigues.

Avellar lembrou que, no caso do atletismo, "a condição primordial para o atleta ter direito de receber os benefícios do Programa é estar entre os 20 primeiros do Ranking Mundial nas provas olímpicas. Além disso, seu nome deverá ser aprovado pelo Comitê Olímpico Brasileiro, Caixa Econômica Federal (patrocinadora da CBAt) e Ministério do Esporte".

O Ranking utilizado será aquele divulgado pela IAAF após o termino do Mundial de Atletismo, que está sendo disputado no Estádio Olímpico de Moscou até este domingo 18. Serão considerados os três primeiros atletas de cada País para a formação do Ranking. Isto é: se em uma determinada prova aparecem 10 atletas de um mesmo país entre os 20 primeiros, apenas os três primeiros serão considerados. Assim, qualquer atleta que, nesta prova, estivesse em 26º lugar, subiria para a 19ª posição.

"Isso se justifica porque nos Jogos Olímpicos podem competir no máximo três atletas de cada país em cada prova", disse o presidente da CBAt, José Antonio Martins Fernandes, o Toninho.

Os atletas que estiverem entre os 20 primeiros têm até o próximo dia 31 para pleitear os benefícios do Programa. Inicialmente, o atleta contemplado receberá os benefícios por um ano. "Depois ele poderá continuar ou não, o Programa é dinâmico. Da mesma forma que um atleta poderá deixar o Programa, outro atleta, que não entrar agora, na próxima avaliação poderá requerer e conseguir os benefícios", complementou Avellar.

"O Programa Bolsa Pódio tem caráter complementar, nenhum atleta admitido terá que deixar de receber outros patrocínios", exemplificou Avellar. Os beneficiados receberão de R$ 5 mil a R$ 15 mil mensais, de acordo com sua posição no Ranking Mundial ou sua classificação na principal competição internacional da temporada. No caso do Atletismo, o Campeonato Mundial.

Os que estiverem no Ranking ou que se classifiquem no Mundial entre os três primeiros receberão 15 mil reais mensais do quarto ao oitavo lugar, 11 mil reais do nono ao 16º, 8 mil e do 17º ao 20º, 5 mil.

"Atletas não atendidos pelo Bolsa Pódio, mas em condições de chegar bem aos Jogos de 2016, poderão entrar nos Programas tradicionais da CBAt, como os de apoio a atletas de Alto Nível e Jovens Talentos", concluiu Toninho.

O presidente da CBAt lembrou que o patrocínio da CAIXA à Confederação continua o mesmo de 2012: R$ 16 milhões anuais. "O complemento de R$ 6,5 milhões deve ser usados no Plano Brasil Medalha, que além do Bolsa Pódio, prevê a formação de equipe multidisciplinar de apoio", afirmou o dirigente.

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