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Altobeli conquista primeiro ouro do Brasil no Ibero-Americano Caixa de Atletismo

14|05|2016 - 13:44 | Da Assessoria de Imprensa da CBAt

Fonte: CBAt

Altobeli Silva durante prova dos 3.000 m com obstáculos. Carol Coelho/CBAt
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Rio de Janeiro - O paulista Altobeli Santos da Silva conquistou na manhã deste sábado (dia 14) a primeira medalha de ouro da Seleção Brasileira no Campeonato Ibero-Americano Caixa de Atletismo, no Estádio Olímpico do Engenhão, evento-teste os Jogos Rio 2016. Ele venceu os 3.000 m com obstáculos, com 8:33.72, e comemorou o feito antes mesmo de cruzar a linha de chegada.

"Quando vi que não iria melhorar minha marca pessoal decidi correr para garantir o ouro. Comecei com força e terminei com alegria e emoção", disse o atleta de 25 anos, já qualificado para os Jogos Olímpicos, e que tem 8:28.56, como recorde pessoal. "A final foi às 11 horas, estava quente, mas não vai faltar oportunidade para melhorar a marca", afirmou o corredor, que achou a nova pista do Engenhão "excelente" e "muito rápida". "Ela te empurra para a frente", finalizou Altobeli, que correrá ainda os 5.000 m na segunda-feira.

Joaquin Arbe, da Argentina, ficou com a medalha de prata, com 8:40.21, seguido de Ricardo Estremara, de Porto Rico, com 8:40.87. O brasileiro Jean Carlo Dolberth Machado terminou em 9º lugar, com 9:04.18.

Nos 3.000 m com obstáculos feminino, a paranaense Tatiane Raquel da Silva conquistou a medalha de prata, com 9:46.86, melhor tempo de sua vida. Ela ficou muito perto do índice olímpico de 9:45.00. "Estou satisfeita com a medalha e sei que dei tudo o que pude na prova, estou crescendo progressivamente. Só vivo a expectativa de alcançar o índice", comentou. A campeã foi a argentina Belen Casetta, com 9:42.93, enquanto a peruana Zulema Arenas ficou com o bronze (9:56.04). A brasileira Erika Oliveira Lima abandonou a prova.

No salto em altura, a paranaense Valdileia Martins conquistou a medalha de prata, com 1,84 m. "Não fiquei satisfeita com o resultado. Esperava mais. Agora é retomar os treinos e as competições", disse a atleta, que saltou 1,88 m este ano. Julia Cristina Silva terminou em 4º lugar, com 1,75 m.

A medalha de ouro ficou com a norte-americana Chaunte Lowe que obteve a melhor marca do mundo em 2016, com 1,96 m. O bronze foi para a espanhola Raquel Alvarez, com 1,84 m.

Primeiro pódio - O lançamento do martelo feminino apontou as primeiras medalhistas da competição. Com quatro participantes, a argentina Jennifer Dahlgren foi a campeã, com 65,87 m. A gaúcha Anna Paula Magalhães e a catarinense Mariana Grasielly ficaram com as medalhas de prata e de bronze, com 61,42 m e 60,91 m, respectivamente.

"Foi a melhor marca de minha vida, mas a gente sempre quer mais", disse Anna Paula. "Estou feliz por ganhar a medalha no Engenhão, o palco da Olimpíada", concluiu.

Nas semifinais da manhã deste sábado, os brasileiros avançaram. Nos 400m com barreiras, Mikael de Jesus ficou em segundo lugar na série 1, com 50.26, enquanto Marcio Soares Teles terminou em quarto lugar na segunda, com 50.47. A final será neste domingo, às 16:20.

Nos 100 m, Bruno Lins repetiu o melhor tempo da da temporada, com 10.28 (0.4), ficando em segundo lugar na primeira bateria, com a mesma marca do colombiano Diego Echavarria, o vencedor. Já Jorge Henrique Vides entrou na final por tempo: 10.37 (0.8) obtido na segunda série. A final será neste sábado às 18:25.

Nos 100 m feminino, as três brasileiras também passaram para a final deste sábado, às 18:10. Bruna Farias, Rosangela Santos e Franciela Krasucki terminaram na segunda colocação nas três séries semifinais. Bruna correu no tempo de 11.50 (-0.7), Rosangela em 11.53 (-1.1) e Franciela em 11.40 (0.2).

Além das finais dos 100 m, outras oito estão previstas para o período da tarde, a partir das 17 horas. No domingo, as competições começam às 9 horas, com os 100 m com barreiras do heptatlo. Serão disputadas 13 finais, sendo três pela manhã e 10 à tarde. Uma das atrações é Mauro Vinícius da Silva, o "Duda", que busca o índice no salto em distância. 'Estou bem treinado e confiante. Fiquei muito perto da marca mínima da Olimpíada e acho que é só questão de tempo", afirmou o bicampeão mundial indoor da prova, que viaja na próxima semana para a África, onde compete no Marrocos e no Senegal, em etapas da Liga Diamante.

O Campeonato Ibero-Americano Caixa, que reúne mais de 400 atletas de 24 países, faz parte do Programa Caixa de Competições, organizado pela Confederação Brasileira de Atletismo, patrocinada pela Caixa Econômica Federal.

Mais informações, como Programa Horário e resultados, no endereço da competição:

http://www.cbat.org.br/competicoes/ibero_americano16/default.asp

 

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